Nikolas Fonseca, ex-aluno do multimeios e Marcelo Botta, falando sobre o FIz-TV na semana de Multimeios
Nikolas Fonseca, ex-aluno do multimeios e Marcelo Botta, falando sobre o FIz-TV na semana de Multimeios
Continuando a sequência de postagens,
Aí vai um trecho da entrevista com Rafael Moretini, ex-aluno do curso de comunicação em multimeios, e agora está trabalhando no MTV Overdrive.
É isso aí rapazeada!
Abraços
Olá amigos,
Irei postar aqui uma sequência de pequenos videos de algumas palestras realizadas durante a semana de multimeios, na PUC-SP. Alguns desses palestrantes serão entrevistados para nosso documentário, que será publicado aqui no blog quando for finalizado.
Começo essa sequência de postagens com um trecho da palestra de André Avório e Juliano Spyer do Radar Cultura.
Até mais com mais postagens!
Abraços
Estou postando alguns depoimentos de palestrantes que estiveram na 8ª semana do curso de Comunicação em Multimeios da PUC-SP.
Rodrigo Grotta
William – Kinoforum
Guilherme Kujawski
Salve rapazeada, devido à falta de tempo, entre tcc, feriado no JUCA e freelances, fiquei um tempo sem postar. Mas agora estou voltando com uma entrevista, retirada do site oficial do lobão. Coloquei o link oficial do site aqui no blog.
http://lobao.uol.com.br/
Folha de SP, por: Ivan Finotti (15/4/2007)
De pazes com a indústria, Lobão faz ótimo acústico!
A Ilustrada estampou “Cordeirão” em sua capa de duas semanas atrás, em
referência a Lobão ter resolvido voltar ao “sistema”. Vinte e cinco anos de
declarações tipo “eu sou mais eu” (e denúncias contra o jabá), oito anos de
brigas com gravadoras (em especial sua ex, a antiga BMG), três CDs lançados
em bancas de jornais (e numerados, para espezinhar a indústria) e, agora,
uma toalha no meio do ringue. Manter a leitura →
São Paulo – Loja afirma estar em negociação com provedores de conteúdo para aplicar modelo de venda de canções por assinatura em seu site.
A loja de música online iMúsica, controlada pelo holding Ideais.Net, deverá implementar ainda sem data definida o sistema de venda de canções por assinatura, segundo Felipe Llerena, diretor-executivo do serviço.
Atualmente, tanto o serviço, pioneiro no setor brasileiro de música digital, como seu rival MegaStore, do UOL, vendem canções a la carte – o usuário escolhe os arquivos que prefere e paga separadamente por cada um deles.
“Sem dúvida, (a assinatura) é mais adaptável ao bolso do brasileiro do que a la carte, por que sabemos que o usuário gosta de baixar quanta música puder”, afirma o executivo.
Manter a leitura →
Olá estamos aqui novamente na árdua, porém excitante, tarefa de postar artigos sobre a índústria fonográfica e sobre nossa pesquisa.
Como pretendemos entrevistar o pessoal da loja baratos e afins, vale a pena saber um pouco mais sobre os caras.
THE HISTORY OF BARATOS AFINS
Renato Mota – Jornal do Commercio – PE
No Brasil, lojas virtuais precisam negociar com os artistas e também com as gravadoras para só então passar a comercializar uma canção
“O mercado de venda de música pela internet no Brasil é pra gente grande”, resume o diretor de Compras do Uol, Gil Torquato. A compra de MP3 pela web, embora tenha crescido nos últimos anos, ainda enfrenta complicações em relação à negociação sobre direitos autorais e aos downloads ilegais.
“O problema é a legislação brasileira”, reclama o gerente da Uol Megastore, Jan Fjeld. “Para poder colocar uma música à venda, precisamos primeiro entrar em contato com o artista, o que não acontece com outros países, onde podemos disponibilizar o arquivo antes de contactar os responsáveis. Isso acaba atrasando o processo todo”, diz Fjeld, que hospeda mais de 600 mil faixas, e espera chegar a um milhão ainda este ano.
A Uol Megastore não está sozinha na empreitada. “Meu dia-a-dia é ir atrás das gravadoras para saber quem são os compositores e poder enviar o dinheiro das vendas”, afirma o gerente de produtos do site Sonora, pertencente ao portal Terra, Beni Goldenberg.
Todo esse processo acaba tomando tempo e dinheiro. “É um trabalho a mais que nós temos, que não existe quando negociamos com as gravadoras estrangeiras, e acaba encarecendo o produto final”, explica Goldenberg, que administra um catálogo de mais de 500 mil músicas.
Sites de vendas de música no Brasil precisam fechar dois contratos separados para colocar um disco na rede.
Uma dificuldade a mais é se uma única faixa for assinada por mais de um compositor, e cada um com uma editora diferente, resultando em um lucro cada vez mais dividido. “Em alguns casos, a gravadora nem sabe direito quem compôs a música”, diz Goldenberg.
O preço final da faixa sofre três influências: o lucro da loja, o valor recebido pela gravadora por disponibilizar a música, os direitos autorais recebidos pela editora e os impostos (PIS, Cofins e ISS). Segundo Torquato, um álbum digital é muito mais barato do que comprar um CD, já que elimina os custos da gráfica, do transporte, da caixa… “Algumas gravadoras não entendem isso, e estipulam um preço para cada faixa de forma que os dois tipos acabam ficando equivalentes.”
Uma forma encontrada pelos sites para baratear as faixas é negociar com as gravadoras.
“Tem casos em que tanto nós quanto os donos da faixa abrimos mão do lucro, e conseguimos fazer promoções com músicas a R$ 0,30, para alavancar a venda de outros arquivos do mesmo artista”, conta Torquato.
Por mais baratas que estejam as músicas pela internet, fica difícil concorrer com o download ilegal, e gratuito, dos usuários. “O que a gente pode oferecer é qualidade”, defende Fjeld.
“Nossos arquivos têm qualidade de CD e são garantidos contra vírus, o que não acontece com muitas músicas baixadas por aí na rede”, argumenta. A rede brasileira se limita a quatro grandes sites – e um punhado de independentes.
E aí rapazeada.
Pra quem curte música eletrônica, to postando aqui um site com um acervo gigantesco de músicas, estilos e artistas. As músicas estão à venda, se interessar é só cadastrar e comprar.
Tá dada a dica!
Grande abraço à todos
E aí pessoal, estamos aqui novamente postando mais um vídeo. E já que pirataria é um tema que não envolve somente a indústria fonográfia, estou postando aqui um vídeo criado pela Microsoft. Esta ótima campanha ilustra bem o drama vivido por aspirantes a piratas.